13.7.09

It's the dawn of descending.

Devorando rimas que não há no dicionário: mergulhando no caos, o príncipe dos porcos, da poesia em ruínas, escrevendo no papel de idiota no qual foi limpo o sangue sujo, as lágrimas acres, o suadouro vil. Por isso adoça meu dia de bagaço com melaço de cana do engenhoso mel engendrado nas ferroadas do teu toque na minha pele, que roubaram o amargo do mel e o pecado de todos os frutos. Marejados do verde-marinho que jamais vi, cabelos ondulando ao vento, deixo as duas praias em chamas e caminho para dentro dos campos mais inóspitos, onde são plantados os sonhos que todos se esqueceram de colher.

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